Zé Ninguém

Biquíni Cavadão · Zé · 1989

A base de "Zé Ninguém" vive de power chords em crunch médio, com brilho e um chorus leve que dá largura ao som — nada de saturação alta, porque os acordes precisam soar abertos. O equipamento exato da gravação de 1989 nunca foi documentado publicamente; Carlos Coelho tem Gibson Les Paul, ES-335 e Fender Telecaster listadas como suas guitarras, então a atribuição é plausível mas indireta. Os ajustes de knob aqui são estimados a partir do som da faixa e da convenção do rock brasileiro da época, não de fonte que os relate.

De onde vêm esses números: chute com base no som do disco — bom ponto de partida, não é o ajuste oficial

Afinação

Afinação padrão, sem capotraste

Parte: Base

Guitarra

  • Gibson Les Paul · humbucker · captador da ponte
  • Gibson ES-335 · humbucker · captador da ponte
  • Fender Telecaster · single coil · captador da ponte

Amplificador

Combo valvulado de ganho médio (canal crunch)

GAIN
5,0
BASS
5,0
MID
6,0
TREBLE
6,5
PRESENCE
6,0
REVERB
3,0

Não há registro público do amplificador usado na sessão de 1989 no Estúdio Polygram; os valores reproduzem o crunch brilhante e comprimido típico do pop rock brasileiro do fim dos anos 80. Em amp sem presence, deixe o controle vazio e compense subindo pouco os agudos.

Pedais

  • Pedal de chorus analógico (tipo Boss CE-2) · chorus · rate baixo (3), depth médio (4~5) — só para alargar a base
  • Reverb de mola ou plate curto · reverb · mistura baixa, cauda curta

Caráter do timbre

crunch brilhante anos 80 · ganho moderado · médios presentes · chorus discreto · ataque de palhetada definido

fácil

Sequência Bm–A–G/E em power chords com pestana no Bm e trocas rápidas no fim da frase; a mão direita precisa manter batida constante em oitavos com abafamento entre acordes.

Quer isso no seu equipamento?

Esses são os ajustes do disco. Diga qual é o seu amplificador e a sua guitarra e o Timbrei traduz cada botão pro que você tem na mão — de graça.

Adaptar pro meu equipamento

Fontes