A Sede do Peixe (Para o que Não Tem Solução)
Milton Nascimento (composição: Milton Nascimento / Márcio Borges) · Clube da Esquina 2 · 1978
Atenção: "A Sede do Peixe (Para o que Não Tem Solução)" não é de Chico Science — é de Milton Nascimento com Márcio Borges, do álbum Clube da Esquina 2 (1978), e não tem um riff de guitarra elétrica distorcida, mas um acompanhamento harmônico de cordas dedilhadas. Não encontrei nenhuma fonte que documente guitarra, amplificador ou ajustes desta faixa específica, então os ajustes abaixo são estimados: derivei os controles do som da gravação e da convenção do Clube da Esquina (limpo, médios presentes, ataque de dedos, nada de ganho). Se você quer mesmo o timbre de Chico Science & Nação Zumbi, me diga a faixa (por exemplo "Manguetown" ou "A Cidade") e eu pesquiso o rig de Lúcio Maia.
De onde vêm esses números: chute com base no som do disco — bom ponto de partida, não é o ajuste oficial
Afinação
Afinação padrão, sem capotraste
Guitarra
- Violão de cordas de nylon
- Guitarra semi-acústica com humbuckers (categoria genérica) · Humbucker · captador do braço
Amplificador
Combo valvulado limpo de médio porte (categoria genérica)
Não há registro público do amplificador usado nesta faixa; os valores buscam um limpo cheio, sem quebra, com brilho controlado para o acompanhamento harmônico.
Pedais
- Reverb/câmara de estúdio · reverb · mistura baixa, decaimento curto — ambiência, não efeito
- Chorus suave (opcional) · modulação · rate baixo, depth 20–30% — só se usar guitarra elétrica
Caráter do timbre
limpo e aveludado · médios cheios · ataque suave de dedos · ambiência curta de estúdio · brilho contido
A dificuldade não está na mão direita, mas na harmonia: acordes com sétimas, nonas e baixos móveis, muitas pestanas em posições altas e trocas rápidas de voz interna dentro de uma música curta.
Quer isso no seu equipamento?
Esses são os ajustes do disco. Diga qual é o seu cubo e a sua guitarra e o Timbrei traduz cada botão pro que você tem na mão — de graça.
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