Territory
Sepultura · Chaos A.D. · 1993
O riff de "Territory" vem de guitarra afinada em D standard, com muito ganho de válvula, médios recuados e graves controlados — som gravado em duas trilhas dobradas nos lados do estéreo. A guitarra é bem documentada (Kisser diz ter gravado todos os discos do Sepultura com sua Charvel de 1987 com EMG único e Floyd Rose); o amplificador é atribuído ao Mesa/Boogie que ele usava naquele período, e a camada de base de Max a um JCM800. Os valores de knob são inferidos desse equipamento somado ao som da gravação, não copiados de uma fonte.
De onde vêm esses números: ajustes tirados do equipamento e do som do disco
Afinação
Afinação padrão, sem capotraste
Guitarra
- Charvel Model 2 (1987, de Andreas Kisser) · EMG humbucker único · captador da ponte
- B.C. Rich Warlock (de Max Cavalera) · humbucker passivo · captador da ponte
Amplificador
Mesa/Boogie Mark Series (Mark III)
Kisser afirma ter começado e passado muitos anos usando Mesa/Boogie; o EQ gráfico ajuda o clássico rasgo com médios recuados, mas não deixe o mid no zero para o riff não desaparecer na mixagem.
Amplificador
Marshall JCM800 2203
Camada de guitarra base atribuída a Max Cavalera na época (indício de fórum/vídeos ao vivo, não fonte primária); o 2203 não tem reverb. Duplicar a base em duas trilhas panoramizadas é essencial para o peso da gravação.
Caráter do timbre
ganho alto de válvula · médios recuados · graves firmes e curtos · palm mute seco e percussivo · duas trilhas dobradas · ataque agressivo de palheta
Riff de power chords em afinação D standard com palm mute constante — a dificuldade está em manter o palhetar curto e sincronizado no groove arrastado, não nas notas.
Quer isso no seu equipamento?
Esses são os ajustes do disco. Diga qual é o seu cubo e a sua guitarra e o Timbrei traduz cada botão pro que você tem na mão — de graça.
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